1/4 de século

sábado, 29 de setembro de 2012

Daqui a pouco faz um mês que completei 25 anos. Eu quis escrever tanta coisa no dia do meu aniversário mas até então estava só digerindo os aprendizados... Quando eu era criança achava que aos 25 anos já seria uma grande pesquisadora, estaria casada e seria bem grande, do tamanho da minha mãe! Talvez a Maiara criança ficasse um pouquinho decepcionada em ver que eu sou a "baixinha" da família, ainda tô no meio do caminho de ser uma "grande pesquisadora" e no meio do caminho também pra ter minha própria família. Mas ao menos tô no caminho, né? Mas a Maiara criança certamente não imaginou que aos 25 anos já teria aprendido tanta coisa boa... nesse aniversário eu aprendi a ser verdadeiramente grata pela família que eu tenho - conseguir agradecer ao meu pai e minha mãe por terem me criado tão bem e me dado tudo que eu precisava pra chegar onde eu estou foi a coisa mais importante e emocionante de completar mais esse ano de vida. Quem me conhece sabe que nunca, nunca mesmo falo nada emocional pros meus pais. Esse foi o aniversário que eu mais chorei. Já acordei chorando por ter sonhado com pessoas que eu não lembro o rosto me abraçando e com a D. Izinha, minha "vó" de criação que faleceu em Abril. Chorei depois quando fui agradecer por tudo aos meus pais. E depois quando meu vô que está doente me ligou com a voz fraquinha e aí mal pude me segurar porque ele sempre foi muito forte e brincalhão e é de partir o coração ouvi-lo daquele jeito. Chorei também porque tanta gente que eu considerava importante na minha vida me esqueceu no meu dia. Não é qualquer dia do ano, é o ~meu dia~ e por mais que eu tente me treinar pra não criar tantas expectativas em relação aos outros, fazer aniversário pra mim, significa além de outras coisas, poder matar saudade de gente querida que por milhões de motivos estejam distantes, ainda que seja só por uma ligação ou mensagem, mas faz toda a diferença nesse dia. Aí eu aprendi que eu não tenho meio mundo de amigos. Não mesmo. Ainda que tenham compartilhado muita coisa comigo, tenham passado momentos de alegria e tristeza, as pessoas esquecem e eu não. Então aprendi a esquecer também. Esquecer de quem não faz mais a menor diferença na minha vida e nem se importa em fazer parte dela. Esquecer de me importar. Deixar pra trás, sais e mineirais... Percebi que tenho tanto pra viver, tanta coisa importante pra correr atrás que não dá mais pra deixar que me magoem assim e eu pare minha vida por isso. É quase inevitável né? Querer bem sem se machucar. Pois decidi que vou continuar querendo bem, só não deixo mais me magoarem, simples assim. Crescer dói e cada vez que tenho decepção nova, sei que eu cresço. Então só posso agradecer mesmo por esse aniversário sem festa, sem alarde, sem """"amigos"""", mas cheio de gente que me ama de verdade. :)

Feliz dia do amigo?

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Em meio a tantas demonstrações online de afeto, montes de fotos de gente abraçada e sorrindo na nova rede social, ao invés de achar bonito como 99% das pessoas, a amargura só crescia. Feliz dia do amigo pra você que só me procura quando sua vida tá uma merda, feliz dia do amigo pra você que me contou todos os seus podres e esqueceu que eu existo, feliz dia do amigo pra você que partilhou bons momentos da sua vida comigo e hoje nem pergunta como eu estou, feliz dia pra você que só lembra de mim pra perguntar sobre a minha festa de aniversário, feliz dia pra você que vive dizendo que morre de saudades mas nunca liga nem diz "oi" (vai ver por isso ainda vive, né?), feliz dia pra você que ignora meus convites de visita ou sugestões de saída, feliz dia pra vocês a quem eu depositei toda minha confiança, que ouviram todas as minhas angústias, minhas conquistas, meus fracassos, meus sonhos e hoje não passam de conhecidos de "oi...e aí..."! Felicíssimo dia este em que vejo que já dá pra virar a página pra muita gente que eu imaginei ter como amigos pela vida inteira, que pudesse contar pra tudo, muito feliz mesmo porque me tiram o peso da consciência de a partir de agora me importar na mesma proporção: não me importo mais. Feliz também porque vejo que os amigos irmãos podem estar absolutamente cheios de afazeres e problemas, mas não passa um mês sem que dêem notícia ou perguntem como estou, é em dias como esse que eu percebo quão diminuto é o círculo de amigos, e tamanha a qualidade! Vocês me deixam mais esperançosa em poder quem sabe um dia ir embora de Manaus tranquila, porque muitos já não fazem a menor diferença na minha vida e vocês poucos continuam nela aconteça o que acontecer. Feliz dia do amigo!

E até quem me vê...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O meu amor tem...



"o sorriso lindo, voz encantadora e uns olhos de menino, daqueles que brilham fácil e já entregam os pensamentos. Tem que saber me fazer rir e rir junto comigo, porque essa é a melhor terapia, e que a gente saiba rir um do outro, sempre. Que o perfume dele se impregne nas minhas roupas e na minha memória. Se não for músico, e nem conhecedor dos meus gostos, que pelo menos tenha um interesse genuíno em saber mais do meu mundo - e que tenha o dele pra que eu possa explorar. Que ele não tenha pressa em me conhecer melhor e saiba conversar comigo, sem medos e maiores julgamentos. Precisa ter um abraço do tipo que me faça esquecer do mundo e me sentir protegida - mas também precisa deixar que eu o proteja às vezes. Que goste de se refugiar no meu colo e me dê o dele também. Cafuné e beijinhos de esquimó serão sempre bem-vindos. Que ele seja sobriamente romântico e saiba dizer no momento mais apropriado, com todo meu corpo de testemunha, que me ama. Que ele perceba o quão secundárias se fazem as palavras quando o amor está marcado em cada gesto e olhar. Que ele segure minha mão com ternura e confiança, como se pudesse ver o laço que nos enlaça nelas (mão dele e minha). Que eu seja de fato pra ele "única no mundo" e isso signifique admiração e respeito sinceros. Espero que ele aceite minhas particularidades e ame tudo em mim. Que seja espontâneo nas demonstrações de afeto, valendo até me carregar no colo sem motivo! Serei extremamente feliz nas noites frias em que ele decida cozinhar comigo e ver um filme, e se não souber cozinhar, como eu, que ache divertido tentarmos juntos. Que não tenha medo de enfrentar suas fraquezas, sem fazer delas uma tragédia. Que goste de crianças e tenha jeito com elas. Que goste de viajar, ter sonhos e correr atrás deles."

Escrito em 24/04/10, materializado em uma pessoa só ao longo desses meses maravilhosos desde 05/06/10. Eu te descrevi sem te conhecer, e percebo hoje que a pessoa maravilhosa que tu és vai além, bem além dessas linhas.




I couldn't be happier. :)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

08/12/07
Dezembro pra mim tem cheiro de doce com canecas de achocolatado. Tem gosto de comida caseira, é colorido de verde, aconchegante, e tem som de Death Cab for Cutie. É, eu gosto de Dezembro.


Cadê meu dezembro? Cadê a chuva pra eu ter meu chocolate quentinho? Queria dividi-lo, mas sequer o tenho...

O que o AMOR significa para crianças de 4 a 8 anos de idade...

sábado, 20 de novembro de 2010

De um email que recebi, é fofinho :) respostas tão simples e tão verdadeiras...

"Quando minha Vó teve artrite, ela não podia mais se abaixar para pintar as unhas dos pés. Então meu avô faz isso pra ela o tempo todo, mesmo quando a sua mão tem artrite também. Isso é amor." Rebecca - 8 anos

"Quando alguem te ama, o jeito que falam seu nome é diferente. Você simplesmente sabe que seu nome está a salvo na boca deles." Billy - 4 anos

"Amor é quando uma garota se perfuma e um garoto passa loção pós barba e eles saem de casa e se cheiram." Karl - 5 anos

"Amor é quando você sai pra comer e dá pra alguem a maior parte das tuas batatas-fritas sem forçar com que eles te deêm um pouco das deles." Chrissy - 6 anos

"Amor é o que te faz sorrir quando você está cansado." Terri - 4 anos

"Amor é quando a mamãe faz café pro papai e ela da uma provadinha antes de dar pra ele, pra ter certeza que está gostoso." Danny - 7 anos

"Amor é quando você beija o tempo todo. Então quando você se cansa de beijar, você ainda quer ficar junto e você conversa mais. Meu Pai e minha Mãe são assim. É nojento quando eles se beijam." Emily - 8 anos

"Amor é o que está com você no Natal se você parar de abrir os presentes e escutar." Bobby - 7 anos

"Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar por um amigo que você odeia." Nikka - 6 anos

"Amor é quando você diz pra um garoto que gosta da camisa dele, e então ele a usa todos os dias." Noelle - 7 anos

"O Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são amigos mesmo depois de se conhecerem tão bem." Tommy - 6 anos

"Durante minha apresentação no piano, eu estava em um palco e estava com medo. Eu olhei todas as pessoas me olhando, e vi meu pai acenando e sorrindo. Ele era o único fazendo aquilo. Eu não estava mais com medo." Cindy - 8 anos

"Minha mãe me ama mais que qualquer um. Você não vê mais ninguém me dando beijo de boa noite." Claire - 6 anos

"Amor é quando a mamãe dá pro papai o melhor pedaço do frango." Elaine - 5 anos

"Amor é quando a mamãe vê o papai suado e fedido e ainda diz que ele é mais bonito que o Robert Redford." Chris - 7 anos

"Amor é quando o seu cachorrinho lambe o seu rosto mesmo depois de ter deixado ele sozinho o dia todo." Mary Ann - 4 anos

"Eu sei que a minha irmã mais velha me ama porque ela me dá todas as roupas velhas dela e tem que sair de casa pra comprar roupas novas." Lauren - 4 anos

"Quando você ama alguém, suas pestanas vão pra cima e pra baixo e pequenas estrelinhas saem de você." Karen - 7 anos

"Amor é quando a mamãe olha o papai na privada e não acha nojento." Mark - 6 anos

"Você realmente não deveria dizer 'Eu te amo' a menos que você sinta. Mas se você sente, você deve dizer isso muito. As pessoas esquecem." Jessica - 8 anos

Escritos do fundo do baú.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Independente do que aconteça, dá tudo certo no fim. Tudo é ciclo, encontros, reencontros, desencontros. Imprescindível se faz aceitar o que vier e se preparar. Se nada acontece por mero acaso, então tire o melhor de cada experiência e reflita sobre o que houve de negativo. O melhor ainda está por vir, é preciso paciência. É preciso saber depositar o amor que se tem a quem aparecer - pai, mãe, irmão, amigo, mendigo! Para que o sentimento não seja assim, privatizado, coisificado, classificado como exclusividade.

"Às vezes a gente vive o esboço como se já fosse a arte final."

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

"When I was 5 years old my mom always told me happiness was the key to life. When I went to school, they asked me what I wanted to be when I grew up. I wrote down "happy". They told me I didn't understand the assignment and I told them they didn't understand life."

Sally Brown - Peanuts

Parafraseando Björk

sábado, 21 de agosto de 2010

"I love him, I love him
I love him, I love him
I love him, I love him
I love him, I love him"


Ela entende, e felizmente, eu também. :)

Definir é limitar

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Já diriam em "O retrato de Dorian Gray" que 'definir é limitar' - pois vou me limitar a definir um dia bom em 4 letras: v o c ê.
Estão pra inventar coisa mais gostosa que cafuné e um cochilo preguiçoso do meio da tarde misturados à um abraço aconchegante. Estão pra desistir de me convencer que exista semblante mais bonito que o seu de menino quando adormece em paz aninhado aqui; e também que tenha despertador melhor que um beijo na nuca dado com tanto carinho...

Suspiros cantados da meia-noite

terça-feira, 13 de julho de 2010

Amor é que nem cócegas - você diz que não quer mas adora quando acontece :)

"Eu gosto tanto de você que até prefiro esconder, deixo assim ficar subentendido"


"If I give my heart to you,
I must be sure
From the very start
That you would love me more than her"

(suspiro)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

You look like...a perfect fit


And that scares the hell out of me.

Don't watch me dancing

quarta-feira, 2 de junho de 2010



Margarida tem um jeito estranho
Pende entre pretendentes sobre um salto quebrado
Claro, seus desejos, eles não entendem
Ela, particularmente, foi mais machucada do que deveria

Nas conversas ela às vezes afirma:
Fantasias costumam envolver becos sem saída
Ela achou sua coragem ao mudar de cena

Seus melhores anos, gastou distraída
Voltando ao mesmo ponto
Com o passo certo, ela vai tentar sua sorte em outro lugar

Lá está ele a um passo de seus olhos
Recitando as palavras que - espera - ela aspire
Noite após noite uma luz fiel na encosta
Se ele ao menos convencesse as pernas a andar...

Alguma coisa muda quando ela olha o suficiente para lhe ensinar o que é um romance
Com o passo certo, eles tentam sua sorte
Em outro lugar

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Não é demonstração de saúde ser bem ajustado à uma sociedade profundamente doente.

- Krishnamurt

terça-feira, 25 de maio de 2010

Dos confins (e confissões) do jardim

Há flores que gostam de se aventurar por locais inóspitos, como um coração árido...

Doce Solidão

sábado, 15 de maio de 2010

"Sabe o que mais me assusta em ti? É essa coisa de ficar bem só"

Não é que hoje eu me sinta ótima ou feliz dentro da solitude. Eu só aceito a condição. Apenas me situo na familiaridade dela. Fico no aguardo silente por realidade mais viva. Já diria a professora de bioquímica: "tudo tende à entropia" - a ordem da natureza é o caos! Sendo assim, o agora é [sempre] completamente passível de reviravolta. Continuo no aguardo.

sexta-feira, 14 de maio de 2010


Eu tenho um quadro em branco.
Tenho um quadro em branco.
Um quadro em branco.
Em branco.
Branco.

Primeiro extirpa-se o "eu". Depois desfaz-se a ação. Inércia. Estático. E então, tudo em branco.

E a bagunça na vida dela, quem vai arrumar?

quarta-feira, 12 de maio de 2010




Escrevo dessa vez sobre algo constante na minha vida - ser procurada pelos amigos para ouvir as mágoas, os desassossegos, as aflições e eventualmente comentar de forma despretensiosa do meu ponto de vista (grandes merdas ele, sério!). Há quem ache que eu deva ter cursado psicologia, mas a questão é que eu não tenho a pretensão de classificar o tipo de perturbação de ninguém, dizer como devem proceder diante de um problema, como tem que viver...! Só sei ouvir. Só sei do que vivi (e compartilhar o aprendizado das experiências). E se os dois fatores fazem de mim uma boa amiga, que bom! Eu sempre fico bem feliz quando alguém se sente melhor e tenha um dedo meu nisso. Mas fiquei cá pensando com meus botõezinhos...como me dedico a tentar ajudar os outros nos seus dilemas pessoais e parece que nunca sou capaz de resolver os meus próprios. Por que que a dor do outro tem solução e a nossa não, hein?
De forma não intencional, tenho agido que nem a Amélie. Entrelaçada na vida de todos e bagunçando a própria, ou mesmo, não fazendo nada, achando que tem ossos de vidro. Ser o chão de outrem sem ter um próprio. Se é bom, se é ruim, nem sei. Só é.

"Talvez ela esteja fazendo tudo para consertar a vida dos outros. Mas e a dela? A vida dela, quem é que vai arrumar?"

Ballad of John and Yoko

segunda-feira, 10 de maio de 2010


"Christ you know it ain't easy, you know how hard it can be"

Há uns anos atrás eu achava que a Yoko Ono era uma louca.
Hoje, especialmente hoje, penso que ela na verdade foi uma mulher mega segura, madura e gênia!
Quem conhece a história toda dela e do John vai sacar qual foi a loucura/genialidade. Virei fã.

Now I see, Yoko...hahaha.

Por que verde?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

"É dessa cor porque você é pânque?"/ "Seu pai disse que não podia e aí você pintou?"/ "Aaahhh é por causa da copa, né?"

Pelo jeito ninguém se contenta com um simples "eu gosto de ter o cabelo colorido!". Tem mesmo que ter um motivo profundo ou óbvio? Tudo bem que segundo uma pessoa, citando outras, isso é reflexo de algum tipo de angústia. Qual delas eu não sei, sei só que há uns 4 anos decidi ter cabelos coloridos e assim tem sido. Um dia enjôo, de certeza (quando estiver em paz com a minha aparência e não carecer de nada além da personalidade). Mas o mais interessante é o resultado dessa "excentricidade": as pessoas se sentem mais à vontade pra falar comigo, provavelmente porque têm um comentário pronto sobre a coisa mais óbvia em mim que chame a atenção. Claro que tem lá todo o preconceito das pessoas mais conservadoras, mas não lembro de nenhum olhar reprovador, não...no máximo curioso :) fora os "MÃAEEE! Olha lá mãe, olha!" que me divertem muito (e fazem a minha mãe passar vergonha por estar comigo). :D

As melhores coisas do mundo da Mai

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Todo mundo deveria ter uma lista mental ou escrita das coisas que gosta, pra recorrer naqueles dias em que não consegue se lembrar de nada que faça sorrir. :)
Eis a minha "pequena":

Eu gosto de...

Doces. Visitar jardins. Observar passarinhos no fim da tarde. Fotografar o céu. Pintar com giz pastel ou aquarela. Colecionar fotos do deviantart ou tumblr. Ouvir Sigur Rós ou Mogwai deitada, olhando as nuvens. Receber um telefonema inesperado de gente querida. Passar muito tempo em livrarias ou bibliotecas folheando os livros. Tempo frio. Entardecer com céu cor de laranja. Cheiro de Dezembro. Dormir com som da chuva. Risadas de bebês. Sorrisos. Abraços demorados. Som de pianos antigos. Acordar com uma música boa e conhecida tocando no rádio. Acordar lembrando de um sonho bom. Cozinhar domingo de manhã. Ver desenhos antes de dormir. Falar sozinha em inglês. O som do vento. Água do mar ou do rio banhando os pés. A taciturnidade de um igapó. Neologismos. Café. Cafeteria e (boa) companhia. Sanduíche de chocolate. Voz e violão. Teatro. Barbas por fazer. Gente que ousa discordar. Customizar coisas. Guardar cartas e bilhetes. Subjetividade. Dancinhas graciosamente ridículas. Piadas infames. Pensar em qual cor lembra quem. Solitude (não solidão). Sardas e sinaizinhos de nascença. Filhotes. Rabiscos. Caretolas. Velhinhos de boina e suspensórios. Cafuné. Passeios noturnos. DVDs em casa com brigadeiro. Cinema, sempre. Viajar. Sentir "borboletas no estômago". Observar insetos. Ouvir o vento. Céu estrelado. Voar nos pensamentos...

 
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